Cansaço que não passa, libido que sumiu, treino que não evolui, barriga que não sai. Esses sintomas têm nome, têm diagnóstico e têm tratamento — quando o médico sabe onde procurar.
Clique em tudo que está sentindo. Cada sintoma tem causa identificável e tratamento baseado em evidência.
Urologista e Nutrólogo com mais de 15 anos de experiência clínica, formado pela Universidade Federal do Paraná (2007). Sua abordagem integra urologia cirúrgica e funcional com medicina nutricional e hormonal — o que oferece diagnóstico e tratamento completo do eixo hormonal, metabólico e sexual masculino.
"A disfunção erétil acomete 52% dos homens entre 40 e 70 anos e é marcador precoce de risco cardiovascular." — Massachusetts Male Aging Study (JAMA, 1994)
"A testosterona declina 1–2% ao ano após os 30 anos, com impacto direto sobre composição corporal, libido, cognição e risco metabólico." — Bhasin et al., NEJM (2010)
O uso de anabolizantes sem acompanhamento médico pode suprimir o eixo hipotálamo-hipófise-testículo (HPT), comprometendo a produção natural de testosterona, a espermatogênese e a fertilidade. Isso tem nome clínico, tem diagnóstico laboratorial e tem protocolo de recuperação.
O consultório do Dr. Fábio é um espaço livre de julgamento. Se você usou ou usa hormônios, precisa de um médico que entenda a farmacologia, avalie os danos reais e monte um protocolo baseado em evidência — não de um médico que apenas condene a prática.
Agendar avaliação — sem julgamentoLH, FSH, testosterona total e livre, estradiol — mapeamento completo do dano ao eixo hormonal.
hCG, clomifeno, tamoxifeno — combinação e dosagem individualizadas conforme tempo e substâncias usadas.
Espermatogênese suprimida por anabolizantes é recuperável. Espermograma seriado + protocolo hormonal específico.
Dislipidemia, hipertrofia ventricular e alterações hematológicas — avaliação e manejo clínico sem pânico.
Se a decisão já está tomada, é melhor ter acompanhamento. Avaliação periódica reduz risco de complicações sérias.
Os dados epidemiológicos são claros. Condições silenciosas afetam a maioria dos homens a partir dos 40 anos — e são amplamente tratáveis com diagnóstico adequado.
Deficiência de testosterona com sintomas clínicos. Diagnóstico laboratorial (testosterona total, livre, LH, FSH) e tratamento individualizado.
Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino. Queda hormonal progressiva após os 40 anos com sintomas sistêmicos tratáveis.
Crescimento mamário por desequilíbrio estrogênio/testosterona. Avaliação etiológica e manejo farmacológico com inibidores de aromatase.
Supressão do eixo HPT por uso de anabolizantes. Protocolos de recuperação com hCG, clomifeno, tamoxifeno e monitorização hormonal.
TRH em mulheres na peri e pós-menopausa. Abordagem bioidêntica individualizada com rastreio de riscos e monitorização.
Aumento de prolactina com impacto na libido, fertilidade e função gonadal. Diagnóstico diferencial e manejo clínico.
Investigação etiológica completa (vascular, hormonal, neurológica, psicogênica). Tratamento escalonado: PDE5i e terapia hormonal.
Avaliação psicossexual e neurobiológica. Terapia combinada: comportamental, ISRS (dapoxetina), anestésicos tópicos e treino de latência.
Diagnóstico etiológico incluindo causas farmacológicas (ISRS, antipsicóticos), neuropáticas e hormonais.
Tratamento cirúrgico de fimose ou prepúcio redundante com postectomia com grampeador moderno.
Redução do desejo sexual com abordagem hormonal (testosterona, DHEA) e avaliação de comorbidades como depressão e síndrome metabólica.
Inflamação e aderências prepuciais por causas infecciosas, dermatológicas ou cicatriciais. Manejo clínico ou cirúrgico conforme etiologia.
Avaliação completa: espermograma, cariotipagem, hormônios, ultrassom escrotal. Tratamento clínico antes de indicar técnicas de reprodução assistida.
Baixa concentração e motilidade espermática. Otimização hormonal (hCG, FSH), antioxidantes e manejo de variáveis modificáveis.
Dilatação das veias testiculares que eleva temperatura escrotal e compromete espermatogênese. Indicação baseada em gradação e parâmetros seminais.
Ausência de espermatozoides no ejaculado. Diferenciação obstrutiva vs. secretora. Biópsia testicular e criobiopreservação quando indicado.
Procedimento ambulatorial de 20–30 minutos sob anestesia local. Técnica com alta taxa de sucesso e retorno rápido às atividades.
Protocolo de recuperação do eixo HPT e da espermatogênese após supressão por uso de anabolizantes — hCG, clomifeno, tamoxifeno e acompanhamento seminal seriado.
Tratamento multimodal com farmacoterapia (GLP-1 agonistas, tirzepatida), dieta hipocalórica proteica e periodização do treinamento.
Periodização nutricional baseada em Schoenfeld et al. (2017). Protocolo de macronutrientes, timing proteico e suplementação com evidência grau A.
Critérios EWGSOP2: massa magra + força + performance física. Protocolo de resistência progressiva + 1,2–1,6g/kg/dia de proteína + vitamina D/creatina.
Diagnóstico pelo HOMA-IR. Manejo com dieta de baixa carga glicêmica, exercício de resistência e farmacologia (metformina, berberina) quando indicado.
Avaliação do perfil lipídico expandido (ApoB, Lp(a), LDL-p). Intervenção nutricional e farmacológica baseada em risco cardiovascular individual.
Déficit calórico calculado com calorimetria indireta estimada. Preservação de massa magra com ingestão proteica ≥1,6g/kg/dia conforme meta-análises ISSN.
Cálculos urinários: avaliação metabólica com coleta de 24h. Prevenção de recorrência por dieta específica ao tipo de cálculo.
Hiperplasia Prostática Benigna com sintomas obstrutivos. Alfa-bloqueadores, inibidores de 5-alfa redutase e seguimento com IPSS e PSA.
Síndrome de dor pélvica crônica e prostatite bacteriana. Antibioticoterapia guiada por cultura e manejo da dor multidisciplinar.
Investigação de fatores predisponentes (anatômicos, hormonais, microbioma). Profilaxia antibiótica e imunomodulação.
Acúmulo de líquido escrotal. Conduta expectante vs. cirúrgica conforme tamanho, sintomatologia e repercussão sobre fertilidade.
Diagnóstico precoce por ultrassom escrotal. Rastreio de marcadores (AFP, hCG, DHL). Encaminhamento oncológico estruturado quando confirmado.
Histórico clínico detalhado, sintomas, hábitos, medicamentos e expectativas reais. Sem pressa — cada detalhe importa.
Solicitação de exames com interpretação integrada — hormônios, metabolismo, composição corporal e função orgânica.
Protocolo baseado em evidências — medicações, nutrologia, suplementação, dieta e acompanhamento estruturado.
Revisões periódicas com reavaliação laboratorial. Ajuste de protocolos conforme resposta clínica e novos objetivos.
"Sua jornada para uma vida
mais vibrante e saudável
começa aqui."
Aos 48 anos me sentia esgotado, com libido zero e dificuldade de concentração. Após o início da TRT com o Dr. Fábio, recuperei a energia, o foco e a disposição que achei que nunca mais teria.
Fui diagnosticado com varicocele e oligospermia. Com o tratamento hormonal indicado pelo Dr. Fábio, minha esposa engravidou naturalmente 6 meses depois.
Treino há 10 anos mas não conseguia emagrecer. Com o protocolo nutricional e o ajuste hormonal, perdi 14kg em 4 meses mantendo toda a massa muscular.
Consultas presenciais em Curitiba-PR e Divinópolis-MG,
e atendimento on-line para todo o mundo.
Primeira resposta em minutos. Sem fila, sem burocracia.
Estas são as dúvidas mais comuns que os pacientes chegam ao consultório com vergonha de verbalizar. Aqui elas têm resposta direta, sem rodeios e sem julgamento.
Não há dependência química à testosterona no sentido farmacológico do termo. O que pode acontecer é supressão do eixo HPT — o organismo reduz a produção própria enquanto recebe testosterona exógena. Isso não é vício: é fisiologia. Com o protocolo correto de desmame ou manutenção, o eixo pode ser preservado ou recuperado. A decisão entre TRT de longa duração e ciclos assistidos depende da clínica, da laboratório e dos objetivos do paciente — não de moralismo.
Não. A vasectomia interrompe o canal deferente — o duto que conduz os espermatozoides — sem tocar em estrutura vascular, nervosa ou hormonal. O prazer, a ereção, a ejaculação e a libido permanecem intactos. O volume do ejaculado muda menos de 3%, imperceptível na prática. É um dos procedimentos com menor impacto funcional em toda a urologia.
Não. Os agonistas de GLP-1 têm indicações em expansão na literatura médica. Para pacientes com resistência insulínica, síndrome metabólica, adiposidade visceral sem obesidade mórbida e até disfunção erétil de origem metabólica, os dados são favoráveis. A decisão é clínica e individualizada — não existe uma régua única de IMC que determine indicação ou contraindicação. O que existe é avaliação de risco-benefício por médico que conhece a farmacologia.
Pode ser — e é exatamente por isso que precisa de investigação, não de silêncio. A disfunção erétil em homens jovens com frequência é o primeiro sinal de disfunção endotelial, resistência insulínica ou hipogonadismo subclínico. O pênis é um barômetro cardiovascular e hormonal. Tratar com sildenafila sem investigar a causa é como tomar analgésico para dor no peito sem fazer eletrocardiograma. O sintoma some. O problema fica.
A teleconsulta permite avaliação clínica completa, interpretação dos seus exames e orientação terapêutica. A prescrição de testosterona — como qualquer medicamento controlado — exige exames laboratoriais prévios e critérios diagnósticos claros. Não existe protocolo responsável sem laboratorial. O que o Dr. Fábio faz na teleconsulta é avaliar, interpretar, diagnosticar e, quando indicado, prescrever com base em evidência — não em achismo ou pedido do paciente.
Não. O consultório do Dr. Fábio é um espaço clínico, não um tribunal. Uso de anabolizantes não é crime — é uma decisão que tem consequências fisiológicas que precisam de monitoramento médico competente. A omissão de informação ao médico é o que causa dano real: conduz a diagnósticos errados e tratamentos inadequados. Aqui a conversa é franca, técnica e sem moralismo. O que importa é o seu estado de saúde, não o julgamento da sua escolha.
A ejaculação precoce primária tem componente neurobiológico forte — o sistema serotoninérgico central regula o limiar ejaculatório. Isso é tratável com dapoxetina (único ISRS com indicação específica aprovada), anestésicos tópicos e técnicas comportamentais combinadas. A ejaculação precoce adquirida frequentemente é secundária a ansiedade, hipogonadismo ou prostatite — tratar a causa resolve o sintoma. Em ambos os casos há intervenção eficaz. "Cura" permanente depende da etiologia, mas melhora significativa é a regra, não a exceção.
Sim, e é mais comum do que os médicos generalistas imaginam. Os limites laboratoriais de "normalidade" são estatísticos — não clínicos. Um homem com testosterona total de 320 ng/dL está "dentro do normal" em muitos laboratórios, mas com testosterona livre comprometida por SHBG elevado pode ter hipogonadismo funcional. A avaliação correta inclui testosterona total, livre calculada, SHBG, LH, FSH, prolactina e estradiol — interpretados em conjunto com a clínica, não isoladamente.
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